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Gilles Villaneuve
Gilles Villaneuve era uma promessa da Ferrari na corrida anterior ao acidente teve um desentendimento com o seu companheiro de equiper Didier Pironi onde este havia descumprido um acordo entre os 2 e ultrapassado ele na corrida passada, e em sua ultima volta no Grande Prêmio da Bélgica de 1982 Villeneuve estava em sua última volta rápida quando encontrou, em uma curva de alta velocidade, o March do alemão Jochen Mass retornando para os boxes em velocidade menor.Quando as rodas dos carros se tocaram fazendo a Ferrari de Villaneuve ser lançada ao ar , seguindo-se uma seqüência de capotagens que partiu o cockpit ao meio e arremessou o corpo de Villeneuve para o outro lado da pista.O canadense não estava respirando quando a equipe de socorro chegou ao local, mas foi oficialmente declarado morto mais tarde, em um hospital local.
Roland Ratzenberger
Um corredor esquecido que deu a vida pelo seu esporte (ele pagou do proprio bolso mesmo não sendo rico para poder começar a correr) ele decidiu aceitar correr pela Simtek mesmo sabendo que não haviam dinheiro ele mesmo colocou na cabeça que não poderia sofre nenhum acidente pois a equipe não tinha dinheiro, a equipe previa um contrato de cinco corridas para que ele mostrasse um bom desempenho e mostrou, No GP do Brasil, não conseguiu se classificar; em Aida, no Japão, largou em 22º e chegou em 11º. Nos treinos livres para o GP de San Marino (Imola), Ratzenberger fazia uma tentativa de classificação quando, ao final da curva Tamburello, a asa dianteira do Simtek soltou-se e o piloto, sem controle do carro, chocou-se violentamente contra o muro na curva Villeneuve, a cerca de 308 Km/h (isso um dia antes do acidente de Ayrton Senna o que fez Roland não ser lembrado), e assim foi vitima da má qualidade do chassi da Simtek que após a batida abriu um “rombo”, Ratzenberger teve fraturas múltiplas no crânio e no pescoço. Logo após o acidente, uma tentativa de reanimação cardíaca foi feita na própria pista. Mas o pior não pôde ser evitado: sua morte foi anunciada oito minutos após o piloto ter dado entrada no Hospital Maggiore de Bologna.
Roger Williamson
Durante o Grande Prêmio da Holanda de 1973, o pneu do carro de Williamson estourou; seu carro bateu no muro de contenção e foi arrastando-se por 275 metros, quando atravessou a pista e finalmente estacionou no muro de contenção oposto. Durante o arrasto, o tanque riscou o asfalto, efeito similar ao de um palito de fósforo sendo friccionado contra a caixa. O carro parou de cabeça para baixo, impossibilitando a saída de Williamson. Seu compatriota e amigo David Purley, embora não sendo da mesma equipe, abandonou sua própria corrida na tentativa desesperada de resgatar o amigo, que infelizmente não deu certo e por incompetência dos organizadores que pensaram que o carro era de David Purley e assim continuaram a corrida enquanto Purley tentava desesperadamente salvar seu amigo que estava em chamas, mas não conseguindo seguiu andando desolado no meio da pista com os carros.
Niki Lauda
Niki Lauda sofreu um acidente no Autódromo de Nürburgring em 1976, onde ao perder o controle do carro na saída de uma curva, fazendo ele bater contra a mureta e e fazendo seu carro pegar fogo, depois um outro corredor bateu no carro dele arrastando-o a mais alguns metros, logo em seguida os paramédicos chegaram e o levaram imediatamente ao hospital onde todos acreditaram que ele iria morrer pois havia queimaduras de 3º grau em varias partes do corpo, mas apesar do acidente ele sobreviveu com as marcas de queimaduras pelo corpo e voltou a correr, em 1975, 1977 e 1984 foi campeão mundial, mas em 1985 sem motivação obteve apenas 1 vitória, e abandonou 12 das 15 corridas do ano. Seu último Grande Prêmio foi o Grande Prêmio da Austrália, que abandonou após outro acidente.
Ronnie Peterson
Na corrida passada ao acidente Ronnie Peterson teve seu carro titular danificado, e precisou recorrer ao carro reserva, que era um modelo mais antigo da Lotus.Foi exatamente no Grande Prêmio de Monza que estreou na F-1 o semáforo, em substituição ao antigo método de largada em que se baixava uma bandeira com as cores do país-sede do GP. No entanto, o diretor da prova, Gianni Restelli, atrapalhou-se com a novidade: antes que os carros das últimas filas do grid houvessem parado, foi acionada a luz verde. Os pilotos que vinham de trás, portanto, arrancaram em maior velocidade, o que fez com que todos os carros chegassem juntos ao ponto em que a reta se estreitava antes da Chicane Goodyear. Alguns carros se tocaram, e o Lotus de Peterson foi jogado para fora da pista, de encontro ao guard-rail. O choque danificou seriamente a parte dianteira do Lotus e rompeu os tanques de combustível, causando um grande incêndio. Peterson foi tirado do carro com graves ferimentos nas pernas, por bombeiros e outros pilotos, e foi internado. Os primeiros procedimentos médicos no atendimento incluíram a amputação do pé esquerdo do piloto. No dia seguinte, Ronnie Peterson faleceu, vítima de embolia causada pelas fraturas. No mesmo acidente foi seriamente ferido o piloto italiano Vittorio Brambilla, atingido na cabeça por uma roda solta de um dos carros envolvidos.
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